24 de dez de 2004

O motivo do meu sumiço


Mas quem quiser pode ir até lá pra ver o evento e me visitar...
Beijos!
:-)
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20 de dez de 2004

Como eu ia dizendo...

No último post eu mencionei o meu texto de estréia mas não consegui linká-lo pra cá. Sendo assim, aí vai o repeteco, já que alguns ainda não conhecem e os que lá leram vão relembrar.

Qual é o seu filme?(ou Volver a los 17)

Dá licença...Posso entrar? Talvez vocês já tenham me visto pelos blogs vida afora, eu sou a Ana: carioca, bocuda, flamenguista e muito palpiteira.

A vida não é filme, você não entendeu...” Será que não, Herbert?
Sabe, não sou exatamente do tipo que joga as tranças da janela, mas juro pra vocês que pra cada história da minha vida, existe um filme correspondente, com trilha sonora (e que trilha!) e tudo o mais. Tem de tudo: comédia, romance, drama, SciFi, terror e até alguns documentários...e, é claro, os grandes musicais.
Um em especial, é “O” filme...Não é dos mais badalados e pelo que sei a crítica especializada meio que torceu o nariz; mas o que esses críticos americanos entendem de cinema? Tô falando de “Peggy Sue” (não sei o título original, mas isso também não importa) do Copolla...Que história!!! Resumindo, pra quem não viu, conta a história de uma dona de casa já meio quarentona, que num reencontro com a antiga turma do high school, sofre um piripaque, e quando todos a imaginam morta, lá está ela, maravilhosa, de volta...aos seus 16 anos – mas com a bagagem da idade atual...Já pensaram?
Eu não queria ter 16 anos novamente, era muito bobinha, criança mesmo. Mas 17...nada mau, hein...Quanta coisa eu ia passar a limpo, algumas a sujo também.Detonaria com meia dúzia de espinhudos pelos quais eu eventualmente me apaixonava e que me ignoravam. Seria mais segura de mim, mais atirada às coisas, porém com cautela e prudência (palavras que adolescente desconhece) seria mais amiga de uns, sacanearia outros tantos...uma resposta bem dada que faltou prum professor arrogante... E aquela resposta arrogante que meus pais não mereciam, deletaria.
A trilha, claro, um CD duplo,e cheio de fotos no encarte daqueles de livrinho; não vou mais esticar o assunto, mas abriria com “In my life” dos Beatles e encerraria com “Blue Riviera” de Sá, Rodrix e Guarabira.(essa em homenagem ao meu pai, que , quero acreditar, uma hora dessa está em algum lugar do universo, mandando ver, cheio de gás aos 17 anos.)

“Cante conosco”
Blue Riviera

A gente já era uma barra
No tempo do rock do Blue Riviera
A gente já era
No tempo do Blue Riviera
Você com seu rabinho de cavalo
Me contando que a sua mãe
Não lhe deixava sair
Na garupa da lambreta pra dançar
No Blue Riviera
A gente sacudia os ossos
No tempo do rock do Blue Riviera
A gente sacudia
No rock do Blue Riviera
Com toda essa moçada da pesada
Que hoje está com 30 anos ou mais
E já não deixa cair
Como no tempo da lambreta sem saia
Do Blue Riviera
E eu digo
Blue Riviera, Blue Riviera
Nos meus olhos e ouvidos
Da sala enfumaçada
Pra onda foram meus amigos queridos
Eu digo
Blue Riviera, Blue Riviera
Quão a carne o sangue e o vinho
No meio das lembranças do passado
Eu não estou sozinho...


:-)
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17 de dez de 2004

Quando eu tocar na velha guitarra as canções que eu conheço

Na correria que virou a minha vida ultimamente, uma das coisas mais difíceis, vem sendo colocar o assunto em dia.
Mas acho que essa ainda está em tempo de contar, mesmo porque, tem uma função ligeiramente comemorativa.
Há um ano era publicado o meu texto de estréia na Quizumba. Um texto onde de cara eu já escancarava sem pudor algum a minha alma pra vocês, e pelo qual eu tenho até uma certa predileção. O primogênito, o xodó. É um texto daqueles que você começa falando uma coisa, e quando se dá conta, ele cria vida te domina e termina do jeito que bem entender, totalmente à sua revelia. Quis o texto que o desfecho fosse a citação de Blue Riviera, de , Rodrix e Guarabira, que significa muito pra mim.
Corta pra 2004. Sesc Consolação sexta-feira passada (10/12), oito horas da noite.
Essa é uma época do ano em que eu fico particularmente sensível, de vidro, manteigona mesmo, por motivos que já foram explicados no tal texto de estréia.
Fui ver o show de lançamento do CD da Claudinha Telles,que fez um trabalho estupendo com repertório só de Tom Jobim. Tava procurando, né?
Claudinha, maravilhosa, não deixou barato.
Meu primeiro momento “despenca”: Samba do Avião... Não se faz isso com carioca longe de casa. Molhei o olho um tiquinho, mas agüentei.
Dali a pouco...Lá vem ela de novo: “vai minha tristeza e diz a ela que sem ela não pode ser...” Já era o rímel.
É verdade que entre uma e outra, ela recheava a com as mais lindas canções, não menos dignas de lágrimas, mas é q essa...Sabem como é...
Tinha o meu pai, que amava Sylvinha, que amava Cláudia,que amava Jobim e eu que amo a todos e a Drummond...
A cacetada que nem Popó foi capaz de dar no argentino nessa mesma noite veio lá pela metade do show: a dobradinha “Dindi/Demais”. Demais mesmo. Dava pra ver Sylvinha do lado, sorrindo, orgulhosa da cria. Momento “queda de barreira na Rio-Petrópolis”...Chamem a defesa civil.
Mas se engana quem pensa que esse foi o tiro de misericórdia.
Eu já o tinha visto quando ele chegou, mas me fiz de boba.
Ao final do show, simpático como sempre, cumprimentou a todos, virou-se pra mim sorridente: “E você, quem é?” Gelei. Uma voz fraquinha respondeu: “eu sou a Ana”
Me enchi de coragem e disse” Puxa, eu gosto tanto de você, posso te dar um abraço?”
“Claro!”.
Ganhei o abraço e perdi a fala.Sabem quem era?
Zé Rodrix (Blue Riviera,lembra?).
Obrigada a quem teve paciência pra ler essa Bíblia,mas pelo menos agora nosso papo está em dia.
:-)
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15 de dez de 2004

Felipe no pedaço!

Reunião de 4 mil Papais Noéis acaba
em pancadaria na Grã-Bretanha



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Ho,ho,ho...consegui...
Uma reunião de Papais Noéis em uma cidade britânica terminou em pancadaria e prisões, segundo a polícia.

Quatro mil pessoas vestidas de bons velhinhos haviam se reunido em Newtown,
no País de Gales, para participar da corrida anual de Natal promovida pela cidade.
Horas depois do fim da corrida beneficente, porém, 30 pessoas participaram de
uma briga generalizada que só foi controlada pela polícia com o uso de cacetetes.

fonte: Site da BBC


O que é que eu vou responder para o meu filho quando ele me perguntar se Papai Noel existe?
Existe sim meu filho! Não só um mas quatro mil que correm feito uns alucinados e no final da "festa" saem na porrada!
No mínimo hilariante! Dá pra imaginar?
"Toma isso seu filho da puta! Ho, ho, ho..."



Se isso fosse aqui no Rio...

Felipe.
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14 de dez de 2004

Tempos Modernos

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Assunto eu até que tenho e muito...Agora, tempo pra postar é que tá pegando...
Tenho que dar um jeito nisso...
:-)
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11 de dez de 2004

Testando...1,2,3...



Calma aí, galera... É muita coisa nova de uma vez...Tô aprendendo a usar o brinquedo novo.Isso é só um teste.Lição de hoje: como publicar imagens da internet.
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9 de dez de 2004

Como diria Lennon: " Just like starting over"...

Pois é... Clichê amplamente usado quando não se tem, ou não se sabe o que dizer, ou ainda quando não se quer passar sem dizer nada.
Não é o meu caso, aqui é só pra quebrar o gelo e o jejum; já tava mesmo morrendo de fome.
Há mais ou menos uma ano eu era convidada pelo Danilo, que conheci batendo-boca no blog do Tas, pra escrever um texto pro blog dele, o Quizumba. Esse texto rendeu outros convites, daí a parceria e por fim, como é do conhecimento de todos, passei a escrever sozinha, vez por outra com auxílios luxuosos do meu irmão Felipe e da minha querida Marina .
Eu amei profundamente escrever esse tempo no Quizumba e me dá uma certa tristeza pensar em não fazê-lo.
Me expus de cara limpa, peito aberto, escancarei minha alma, alegrias e angústias , mas ...Era como morar numa casa emprestada: você é bem acolhido, bem instalado, mas tem receio de meter um prego na parede ou mudar a cor da fachada, porque, afinal de contas, apesar de tudo o dono não é você.
E eu fui muito bem recebida. Conquistei leitores, me senti acolhida. Fiz amigos queridos, me senti amada. Recebi visita de gente que eu sempre admirei e que jamais sonharia ver tais pessoas comentar sobre o que EU escrevo: prazer inenarrável.
Agora ( e por enquanto)eu tô aqui. Sou Anaconda : enigmática de língua afiada. Bateu, levou. Se não bater eu mesma primeiro.
E pra começar, remetendo ao poetinha, peço a bênção de vocês. A benção, Marcelo Tas(reverência!), a benção, Rosana Hermann(reverência again), a benção Serjones, Amita(_II_), Bobmacjack, Marco Aurelio, Renato K., Madeo, Claudinha, Alê, Lilla , Ariett, Alan , Leo, Kleine, Roger, Bera, Goethe...a todos que eu leio, admiro e que de uma maneira ou de outra sempre me deram força.E principalmente, a benção, Danilo! Sem você nada disso teria acontecido, obrigada por tudo e essa casa também é sua. Venha sempre que quiser.
Senta que lá vem estória e...Aumenta que isso aqui é Rock n' Roll !!!
:-)

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