25 de mai de 2005

A primeira chinelada a gente nunca esquece

Não é o que vcs estão pensando....rs...Essas eu já devo ter perdido a conta...
Eu me refiro à primeira vez que eu vi o Mengão jogar...
Ver o anel fechado do Maraca tingido de vermelho e preto, salpicado das outras cores da torcida adversária é uma coisa indescritível e que até hoje me emociona.
Foi contra o Vasco, e é aí que entra a tal chinelada - se tiver algum vascaíno lendo, antes q eu me esqueça, vatománocu antes de dar essa risadinha -3 a 2.
Voltamos , eu e meus dois irmãos encolhidos, sem ousar dar nenhum pio no banco de trás da" fuca" azul bebê do meu pai; puto, louco da vida, de doente que era pelo Flamengo.
Pra vocês verem que não é de hoje que meu querido Mengão faz dessas patifarias com a gente.
E nesse último domingo chegou a vez do meu amado "sobrinho-filhinho" Igor, de 5 anos, passar pelo ritual de iniciação rubronegrística, mas o gosto de contar como foi eu deixo pro pai dele, meu irmão:

Ontem levei o Igor para assistir, pela primeira vez um jogo do Flamengo (coitado). Ele adorou...o pacote de amendoim que o entreteu pelo menos, pelos 45 minutos iniciais.
Como era de se esperar, o Mengão sífu. Mas valeu a experiência, principalmente pro Igor, que AMOU mijar no banheiro químico, além do pacote de amendoim e do suco, arrematou quase toda quinquilharia que passava pela sua frente. Um cordão com o escudo do Flamengo, uma carteira de identidade rubro-negro, e, o melhor de tudo,o delicioso sabor de gritar impunemente um palavrão, com o aval do pai, do avô e do tio, que completaram a comitiva rubro-negra: "EI, DIMBA. VAI TOMAR NO CU!" ou "Ô DIIIIIIIIIIMBAAAA, VIAAAAAAAADOOOOO!".

E meu irmão continuou me contando a história via messenger:

joão diz:

no domingo, pela manhã, ele só falava do jogo

joão diz:

tu acredita que DO NADA, ele manda essa:

joão diz:

"se meu vô paulo estivesse na terra, ia no jogo com a gente, né?"

O que mais eu posso dizer depois disso? O Igor tinha toda razão.
Criança sabe de tudo mesmo.

Beijos à toda nação rubro-negra, e aos vascaínos, um seco aperto de mão, além daquilo q eu disse lá em cima.
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:-)



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