20 de mai de 2005

Hoje é dia de Roberto!

Mas... aguardem!
O cara manja muito de rock'n roll e tem um blog dele pra sair do forno já, já....
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Maio.Verão.

Afinal de contas, depois de 11(ONZE) anos... o que é que acontece, no momento que ela me joga aquele olhar?! Ou quando me toca? O que se passa comigo, quando ouço aquela voz...quando sinto o cheiro dela? Engraçado... o meu perfume preferido é o cheiro daquela mulher. Sem Perfumes da Boticário, ou de outra marca qualquer. O cheiro dela mesmo.

Depois de tanto que aconteceu, tantos sorrisos, risos, lágrimas, choro, dor, gozo, gemido, gargalhadas, aventuras... quantas brigas, quantas pazes. Tanta intimidade...nenhuma intimidade... Enfim, depois de tantas mudanças, alguns Invernos polares, e tantos Verões tropicais... O que é que ainda me encanta, que ainda me atrai...só de considerar sua existência?!?

Aprendemos muitas coisas JUNTOS. Pode ser uma explicação bem razoável. Ficamos juntos, entre os 20 e os 30, idade boa! Essa também é uma boa razão. Vivemos juntos nossos melhores e piores momentos (se é que isso existe!). Também vale como justificativa. Mas... uma resposta, acho que não tem nenhuma. Pelo menos não nesse parágrafo.

Vou vê-la, de manhã cedo... FUDEU! Já percebo alguma coisa mudando em mim. E é bom. Como é bom, tê-la ao meu lado, quando ela está assim...tão carinhosa, receptiva, amorosa. Verão Tropical em maio (já tô até sem camisa, o que é muito considerando que moro numa cidade fria).

Pronto, já comecei a ver algumas pistas para uma resposta. Uma respostinha que seja. Mas, lembrando direitinho... ao longo desses 31 anos, acumulei mais perguntas do que respostas... e as respostas sempre mudam, de acordo com cada situação, então a questão é: Dá pra me contentar com verdades que não têm a menor garantia quanto à durabilidade? Sei lá.

Com tanto que passei (viram? Já tô falando só de mim), ao lado dessa criatura, bom e ruim, o que é que sobra de verdade? Que a amo, muito! E aconteça o que acontecer, sei que ela é a mulher da minha vida. A paixão da minha vida.

Se vamos ficar juntos pra sempre...sei lá. Se vamos nos separar de novo...sei lá. Sei lá, MESMO! Em primeiro lugar, preciso descobrir QUANDO é esse tal de sempre. Talvez seja uma missão para um segundo momento, pois não sei sequer quando é amanhã.

Saber mesmo, só sei o que sinto por ela. E até aqui, isso nunca mudou. Exagero meu. Mudou sim, mas nunca diminuiu, ou piorou. Esse sentimento esteve presente em mim (às vezes acho que até fora de mim, também) desde os primeiros dias de namoro, há mais de uma década, e está aqui ainda.

Foda mesmo, é que eu adoro uma mesmice em algumas coisas. Núcleo familiar, por exemplo. Gostaria de estar casado sim, desde o começo até a morte, sem interrupções. Mas, como já disseram: a vida não tem padrão. Que merda, eu queria que tivesse. Mas, foda-se!

É... Ô muleke confuso do caralho!

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